Entenda como fazer compostagem e por que ela é tão importante

As principais práticas para promover a sustentabilidade envolvem reduzir, reciclar e reutilizar o lixo orgânico. Por isso, é importante aprender como fazer compostagem , um processo prático e biológico de valorização e reaproveitamento da matéria orgânica, seja ela doméstica, urbana, industrial ou agrícola.


A compostagem é uma técnica antiga, mas que vem ganhando cada vez mais popularidade a partir de uma maior consciência ambiental. Você aí, já sabe o que é compostagem ? Basicamente, é um processo no qual os resíduos orgânicos são degradados biologicamente por fungos e bactérias, criando um adubo natural.


Assim, todos os resíduos orgânicos que seriam descartados sem cuidado em lixões ou aterros sanitários, por exemplo, dão origem a um poderoso húmus rico em nutrientes capazes de fertilizar o solo para o plantio de plantas e vegetais. Confira a seguir mais alguns detalhes e informações sobre como fazer compostagem!


O que é uma composteira?


Em resumo, a composteira é o recipiente onde será depositado correta e ecologicamente o material orgânico que será transformado em adubo durante a compostagem. A escolha do tamanho e do material vai depender do volume de resíduos que é produzido por você e sua família.


Conheça as 3 fases da compostagem


Na primeira fase da compostagem, os microrganismos começam a se desenvolver nos resíduos orgânicos colocados na composteira, resultando na decomposição do material. Esse processo dura cerca de 15 dias, pois as moléculas mais simples são metabolizadas primeiro numa temperatura em torno de 40 °C. 


A segunda fase é um pouco mais demorada. Dependendo das propriedades do material descartado, a compostagem pode levar até dois meses para ser concluída. Aqui, entram em ação os fungos e as bactérias conhecidas como termófilos, que conseguem sobreviver a temperaturas elevadas (65 °C e 70 °C).


Já a última fase também pode durar dois meses e consiste na redução da atividade microbiana, bem como da temperatura e da acidez. Esse processo de estabilização dá origem ao composto maturado, o húmus, livre de organismos e substâncias prejudiciais à saúde.


Como fazer a compostagem em casa?


O primeiro passo para começar a compostagem em casa é escolher o recipiente onde será colocado o resíduo orgânico que dará origem ao húmus. O processo  precisa de três recipientes de cor escura. Feito isso, coloque-os empilhados em um local arejado, protegido da chuva e do sol.

Imagem de como fazer compostagem

Você pode encontrar uma composteira em lojas de produtos para jardinagem ou criar a sua própria composteira doméstica . Para isso, precisará de três recipientes plásticos ou de madeira. Os dois superiores são digestores: o primeiro, onde se coloca os resíduos, precisa de tampa e furos no fundo.


Enquanto isso, o segundo requer apenas os furos. A função dele é armazenar o chorume orgânico produzido. Esse material orgânico líquido pode ser diluído em água e utilizado como um fertilizante para regar o jardim e a horta.


Compostagem com minhocas


Como vimos, a compostagem conta com a ação de fungos e bactérias para dar certo. No entanto, para acelerar o processo, você também pode utilizar as minhocas criando a chamada “vermicompostagem”. Essa técnica gera o húmus de minhoca, um excelente composto orgânico, fonte de nutrientes e minerais.


As minhocas também são ótimas aliadas para ajudar a estabilizar o pH, os níveis de carbono/nitrogênio e os componentes físicos, químicos e biológicos durante a compostagem. Geralmente, a espécie utilizada nesse processo é a Egípea , popularmente conhecida como vermelha da Califórnia ou minhoca dos resíduos.


Ela é conhecida por digerir uma grande variedade de materiais orgânicos em menos tempo, promovendo a aceleração da maturação do composto. Além disso, é muito ativa, apresentando uma alta taxa de conversão do composto em húmus e de reprodução.


O que deve ter na composteira?


Para saber como fazer compostagem, não basta armazenar os resíduos orgânicos. Também é preciso acrescentar outros materiais. Por exemplo, os recipientes de cima e do meio devem ser forrados com folhas secas e serragem ou pedras de argila para ajudar a drenar os resíduos líquidos.


Logo em seguida, é necessário colocar uma camada razoável de terra com as minhocas e, só então, o lixo orgânico descartado por cima. Vale lembrar que também é essencial criar mais uma camada de folhas secas ou serragem sobre os resíduos para evitar mau cheiro.


Imagem de como fazer compostagem

O que não colocar na composteira?


Nem todos os resíduos orgânicos devem ser colocados na composteira. Uma dica é evitar armazenar alimentos de origem animal, como carnes e fezes, que podem causar mau odor e contaminação do húmus. Restos de frutas e vegetais, cascas de ovo e borra de café são bem-vindos, além de folhas e grama fresca


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Entenda a diferença entre a linha Fresh e a linha 100% suco da Natural One e descubra qual combina melhor com cada momento do seu dia.
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Durante muito tempo, a palavra “industrializado” foi automaticamente associada a algo negativo. Para muita gente, ela ainda carrega a ideia de excesso, artificialidade e distância de uma alimentação equilibrada. Mas a realidade do consumo mudou e a forma como os alimentos são produzidos também. Hoje, entender como um produto é feito, com quais ingredientes e com qual propósito é muito mais relevante do que simplesmente classificá-lo como “industrializado” ou “natural”. Este conteúdo existe para esclarecer esse ponto: nem todo produto industrializado é igual e informação é o que permite diferenciar. Por que o termo “industrializado” gera tanta desconfiança A desconfiança não surge do nada. Durante anos, muitos produtos industrializados chegaram ao mercado com: excesso de açúcar; longas listas de ingredientes; aditivos artificiais; pouco compromisso com qualidade nutricional. Esse histórico criou um alerta legítimo no consumidor. O problema é quando esse alerta vira regra absoluta e impede que a gente enxergue alternativas que evoluíram junto com o comportamento de consumo. Hoje, existem produtos industrializados que usam tecnologia justamente para preservar, garantir segurança alimentar e levar praticidade para a rotina, sem abrir mão da qualidade. Informação muda completamente a forma de escolher Quando a informação entra em cena, a escolha deixa de ser automática. Em vez de olhar apenas para a categoria do produto, o consumidor passa a observar: a lista de ingredientes; a presença (ou não) de adição de açúcar; o processo de produção; a transparência da marca. É nesse ponto que produtos naturais industrializados começam a fazer sentido dentro de uma rotina equilibrada. Eles não substituem escolhas frescas quando elas são possíveis mas oferecem uma alternativa viável, segura e consciente para o dia a dia real. A leitura de rótulos como aliada da rotina Ler rótulos não precisa ser complicado nem técnico demais. Alguns pontos simples já ajudam bastante: listas de ingredientes mais curtas tendem a ser mais transparentes; ingredientes que você reconhece indicam menos processamento desnecessário; A ausência de adição de açúcar é um diferencial importante em bebidas. Quando o consumidor aprende a fazer essa leitura básica, ele deixa de escolher pelo medo e passa a escolher pelo entendimento. Onde entram os produtos naturais industrializados nessa conversa Produtos naturais industrializados surgem justamente para equilibrar dois mundos: a busca por escolhas mais conscientes; a necessidade de praticidade no dia a dia. Sucos 100% fruta, por exemplo, utilizam processos industriais para garantir segurança, conservação e qualidade, mantendo como base um ingrediente simples: a fruta. Nesse contexto, a indústria não afasta o produto da natureza ela viabiliza o acesso a ela dentro da rotina moderna. O posicionamento da The Natural One A The Natural One nasce desse entendimento: usar tecnologia e processos industriais para transformar fruta em sucos 100% naturais, com transparência e compromisso com qualidade. Mais do que oferecer produtos, a marca acredita que informação clara pode empoderar o consumidor. Por isso, falar sobre rótulos, processos e escolhas conscientes faz parte do seu posicionamento não como regra rígida, mas como convite à reflexão. Escolher melhor não é sobre excluir categorias inteiras, mas sobre entender o que cada produto entrega. E quando a informação guia a decisão, a rotina fica mais equilibrada e mais possível. Conheça os produtos da The Natural One e entenda como a marca transforma fruta em sucos 100% naturais.
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Quando o calor aperta e a rotina pede praticidade, a escolha do que beber precisa ser simples. Mas, para muita gente, ela também precisa ser consciente. Cada vez mais consumidores prestam atenção no que consomem no dia a dia e isso inclui olhar o rótulo, as calorias e a composição dos produtos antes de colocar no carrinho. Não por radicalismo, mas por busca de equilíbrio. É nesse contexto que nasce a linha Fresh: uma proposta pensada para quem quer refrescância e praticidade, sem pesar na rotina. Por que a caloria passou a importar na hora de escolher um suco Hoje, escolher um suco vai além do sabor. Muitos consumidores já perceberam que pequenas escolhas, repetidas todos os dias, fazem diferença na forma como se sentem. Por isso: cada vez mais pessoas evitam ingredientes artificiais; uma parcela significativa olha a tabela nutricional antes da compra; a caloria deixa de ser um detalhe e passa a ser um critério. Não se trata de contar números obsessivamente, mas de entender o impacto do consumo frequente. Menos caloria não significa menos experiência Existe um mito comum de que produtos com menos caloria entregam menos sabor ou menos prazer. A proposta da linha Fresh vai na direção oposta. A Fresh foi pensada para oferecer: refrescância real; sabor agradável; uma experiência leve de consumo. Ou seja: menos caloria não como restrição, mas como escolha inteligente para o dia a dia. A proposta da linha Fresh na prática A linha Fresh surge como uma nova proposta dentro do portfólio da The Natural One, focada em momentos em que o corpo pede leveza.Ela não quer competir com grandes ocasiões nem substituir todas as escolhas. Ela existe para acompanhar: o almoço em dias quentes; o lanche rápido; a pausa no trabalho; momentos em que você quer algo refrescante, sem excessos. É uma solução simples para uma necessidade real da rotina. Quando escolher um suco com menos caloria faz sentido Optar por um suco de baixa caloria faz sentido quando: o consumo é frequente; a rotina pede praticidade; você busca equilíbrio sem abrir mão do sabor. Nesses momentos, a escolha deixa de ser automática e passa a ser consciente sem complicação.Menos caloria não é o único fator importante, mas é um diferencial relevante quando falamos de consumo diário. E a linha Fresh foi pensada exatamente para isso: trazer mais leveza para a rotina real. Conheça a linha Fresh e descubra como ela pode acompanhar o seu dia a dia.